segunda-feira, 30 de novembro de 2015

_MOTE DADO - POETA INSPIRADO_








MOTE XXXVII

A Fórmula do Amor...


À luz daquele céu tão rumoroso 
A confundir os dias e suas noites, 

Restam emoções de visões vividas...


Guardam segredos
Na emaranhada fórmula
Que, talvez,
Equacionasse
Pecados e mistérios 
Dum amor sem limites.

Marilândia

DUPLIX



_UM POEMA NÃO TEM FIM_






De fazer parte
Da minha história... (Jô Tauil)

Naquele casamento 
Onde reina o efêmero...

Na nostalgia do quase amor 
Dentre paredes de minh'alma
Arrastam-se dores sem gemidos,
Esculpindo desenhos perdidos na brisa...

Destarte,
Num tempo sem memória
Imperceptíveis agonias nas portentosas vozes do vento.

Marilândia

domingo, 29 de novembro de 2015

_UM POEMA NÃO TEM FIM_




“...na exaustão dos momentos de suprema sedução“
(Jô Tauil)

Vem dormir,
Vem dormir
No meu regaço...

Vem desfolhar
As primeiras pétalas de trevas
No negro bojo da noite,
Sob meus pecados da carne.

E nas nódoas que ali se inclinam
Deixa que as cálidas mãos da madrugada
Encontrem o olhar extático da sorridente aurora...

Marilândia


TRIPLIX



_MOTE DADO - POETA INSPIRADO_




MOTE XXXVII
"A FÓRMULA DO AMOR"


Imaginárias soluções
Sem fronteiras,
Sem dogmas,
Sem códigos,
Sensação de eternidade...

Duas almas,
Dois corações,
Um só destino.

Um adeus!
Adeus à vida!

O mais...
É nada!



Marilândia

DUPLIX



_MOTE DADO - POETA INSPIRADO_





MOTE XXXVII



"A FÓRMULA DO AMOR"


Imaginárias soluções
Sem fronteiras,

Sem dogmas,
Sem códigos,
Sensação de eternidade...


Duas almas,
Dois corações,
Um só destino.

Um adeus!
Adeus à vida!

O mais...
É nada!

Marilândia

sábado, 28 de novembro de 2015

POEMINI



POEMINI

Acendendo as trevas
Corpos em brasa

Marilândia

_MOTE DADO - POETA INSPIRADO_



MOTE XXXVII
"A Fórmula do Amor"...


ALDRAVIA


A 
Cada
Instante
Dentro
Da
Eternidade...


Marilândia




_MOTE DADO - POETA INSPIRADO_

MOTE XXXVII

"A FÓRMULA DO AMOR"




ALDRAVIA

Na
Mais
Enlevada
Intimidade
Química
D'amor

Marilândia


_ MOTE DADO - POETA INSPIRADO_





MOTE XXXVII
A Fórmula do Amor...





Entre fórmulas e binômios
Numa infinita equação
Em meio a flores de sangue,
Desordenadas imagens.

Fragmentos
E
Nada mais...

Marilândia

DUPLIX






LEMBRANÇAS// RECENTES
intérprete de emoções// vibrantes ainda
em versos// poemas de amor
minha história re_escrevo//...a nossa históra

Marilândia// Jô Tauil

_MOTE DADO - POETA INSPIRADO_






MOTE XXXVI
“Eu me perdi.
E me encontrei pra dançar.
Fiz da dança um Tango em valsa.”

Ana Couto

LETRA E SONS
Girando
Ao compasso
Duma
Desvairada dança,
Sob
Égide de emoções
E sentimentos,
Apenas louca,
Apenas poeta,
Liberada pelos
Acordes 
De uma valsa,
Transportei-me
Para 
Fatais ecos 
Do luxurioso Tango...

Marilândia


_UM POEMA NÃO TEM FIM_


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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

_MOTE DADO - POETA INSPIRADO_


MOTE XXXVI
“Eu me perdi.
E me encontrei pra dançar.
Fiz da dança um Tango em valsa.”

Ana Couto




METAMORFOSE

peregrinos passos
desafiam o tango...
 voluptuoso valsar

Marilândia


_MOTE DADO - POETA INSPIRADO_




MOTE XXXVI
“Eu me perdi.
E me encontrei pra dançar.
Fiz da dança um Tango em valsa.”
Ana Couto



ALDRAVIAS
I
Nos
Longes 
Do
Tempo
Valso
Tango...

II
Valso
Tango
Na
Dança 
Da 
Solidão

III
Passos
De
Valsa
Num
Enlouquecido
Tango

Marilândia

_UM POEMA NÃO TEM FIM_


Será que vivemos ou tudo isso é metáfora? Jô Tauil)



Cúmplices desse viver,
As metáforas
Reluzem
No estrelado manto das saudades...



E na cadência bonita dos versos,
Ao abrir e fechar os olhos,
Em sublime apoteose,
Delirante metáforas desnudam os desejos do poeta...

Marilândia

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

_MOTE DADO - POETA INSPIRADO_


MOTE XXXVI

“Eu me perdi.
E me encontrei pra dançar.
Fiz da dança um Tango em valsa.”
Ana Couto 


Daquela noite de amores
Carrego lembranças
Numa eterna ventura
De passos dançarinos...

Valsando no vazio do céu,
Afloram nos véus da alma
Acordes em tom maior

São promessas despetaladas
São vozes im_pressentidas
Dum Tango em convulsão...



Marilândia

_UM POEMA NÃO TEM FIM_




“Nos subsolos também há esperança...” (Jô Tauil)


Esperanças
Aos sons dos violinos
Que nas tardes gemem...

Esperanças
Que bebem as noites
Transbordantes de carícias...

Esperanças
Em que
Dentre lágrimas do tempo,
Crispadas em desejos,
Repousam faces dos mistérios...

Singrantes esperanças
Na quietude do crepúsculo que cai silenciosamente...


Marilândia

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

_UM POEMA NÃO TEM FIM_




 E conseguimos gerar estrelas com o olhar (Jô Tauil)

Transportando-nos
Às sendas do presente,
Às vertentes do amanhã...

Então,
Vagando por ínvios caminhos,
Tatearemos a Lua,
Reverenciaremos
O anil do infinito...

E
A trilhar luzes
Que brilham longe,
Longe nos breus,
Acenderemos fogueiras
Que, humildemente, luzirão a um passo da Eternidade


Marilândia

terça-feira, 24 de novembro de 2015

POEMINI -(CASA DA POESIA)






POEMINI


Saudade...
Outeiro de tantas lembranças!



Marilândia

ALDRAVIA (MOTE DADO - POETA INSPIRADO)





MOTE XXXVI
“Eu me perdi.
E me encontrei pra dançar.
Fiz da dança um Tango em valsa.”

Ana Couto
ALDRAVIA
Murmurando
Desejos
Valso
Tango
N'ardente
Magia

Marilândia

DUPLIX


DUPLIX



_UM POEMA NÃO TEM FIM_




Porque nele, 
A poesia,plenamente, se faz carne” (Jô Tauil)
Qual archote de ternura,
Energizando a sublime força da mulher...

“Mulher que é feita
De música, luar e sentimento “.

Seus sentimentos são poesia
Abrigada no ventre grávido 
A soprar mansamente
Na luminosa boca das estrelas.

Enquanto
Num palco de amores,
Declamando
O evangelho da vida,
Versos em apoteose,
Ascendem, solenemente, degraus dum sacrário sublimado...

Marilândia

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

POEMINI



POEMINI


Dormindo o silêncio
Esbraseada paixão



Marilândia

_UM POEMA NÃO TEM FIM_

Nas veias mais sofridas

Do meu (teu) corpo.... (Jô Tauil)



Singram
Profundezas de magia
Açoitadas
Por insondáveis segredos...

Sem dogmas,
Na volúpia de uma flora,
Buscam as eternas viagens
Nos misteriosos reinos da luxúria...




Marilândia






MOTE XXXVI


“Eu me perdi.
E me encontrei pra dançar.
Fiz da dança um Tango em valsa.”


Ana Couto

Sonhando que a vida
Era um conto de fadas
Com seu cheiro de rosas,
A desnudar
A maravilhosa essência da paixão.

E
Nesse cenário
Dum céu particular
Quando a nostalgia
Visitava-me então,
Diante do inesperado
Encontrei-me
A valsar
Um Tango
De divinas emoções...

Marilândia