COSTURANDO 13 DE AGOSTO
“ E delas faço a minha poesia” Jô Tauil _______________________ Dos sonhos que me beijam ao luar, Das lágrimas que escondo em agonia, E dos silêncios que aprendi a amar. Faço dos meus suspiros melodias, Das minhas dores, flores a nascer, Dos des_encontros, doces fantasias, E de cada saudade, um re_nascer. Se a vida me oferece des_encanto Eu o transformo em versos de paixão; Se a noite me envolve em triste pranto, Acendo estrelas dentro do coração. E quando a solidão vem me abraçar, Deixo que ela se perca em meu poema, Pois tudo o que não posso confessar Minha alma escreve, livre de algema. Assim, entre a esperança e a agonia, Vou bordando o infinito em cada dia, E faço do meu sonho uma eternidade. Marilândia
