Filho, estou lhe escrevendo porque, como você sabe, nem sempre consigo conversar com você pessoalmente sobre determinados assuntos sem que o diálogo se torne difícil. Por isso, prefiro colocar por escrito, com calma e sinceridade, o que preciso lhe dizer.
Eu reconheço e valorizo a sua contribuição, inclusive a parte significativa que você teve no financiamento da casa em que moramos. Não quero, de forma alguma, desmerecer isso. Entretanto, também preciso que você considere que essa casa só foi possível graças a muito esforço da minha parte, dentro das minhas possibilidades, e que ao longo desse tempo assumi diversas outras despesas relacionadas ao nosso lar.
Todo o mobiliário da casa foi adquirido por mim, inclusive a sua cama, travesseiros, lençóis e outros acessórios. Os utensílios domésticos e muitas outras despesas necessárias para manter a casa também foram pagos por mim. Faço questão de lembrar disso não para transformar nossa relação em uma prestação de contas, mas porque sinto que, quando você me cobra determinado pagamento com prazo, parece que somente a sua contribuição é considerada.
Eu tenho consciência dos valores que lhe devo e não estou me recusando a pagá-los. O que preciso que você compreenda é que meu salário é pequeno e que, neste momento, minha capacidade financeira é bastante limitada. Além desses valores, já assumo o pagamento que faço mensalmente referente ao seu plano de saúde, e esse compromisso também pesa no meu orçamento.
Por isso, quando você estabelece um determinado período para que eu faça um pagamento, sem considerar se realmente terei condições naquele momento, eu me sinto muito pressionada e colocada contra a parede. Não é falta de vontade de cumprir o que devo. É simplesmente uma questão de possibilidade financeira.
Eu gostaria que você tivesse um pouco mais de compreensão comigo e que pudéssemos encontrar uma forma de resolver essas questões sem transformar dinheiro em motivo de desgaste entre nós. Sou sua mãe, e tudo o que fiz e continuo fazendo pela nossa casa e por você sempre foi pensando no bem-estar da nossa família, dentro do que eu podia fazer.
Não estou pedindo que você abra mão do que é seu. Estou apenas pedindo que reconheça também os meus limites e tudo aquilo que, durante tantos anos, eu assumi e continuo assumindo.
Sei que você tem seus compromissos e suas necessidades, mas eu também tenho os meus. E, neste momento da minha vida, preciso que você compreenda que não posso assumir pagamentos além daquilo que realmente cabe no meu orçamento.
Espero que possamos conversar sobre isso com mais tranquilidade e encontrar uma solução que seja justa para nós dois, sem cobranças que me deixem angustiada e, principalmente, sem permitir que questões financeiras prejudiquem a nossa relação de mãe e filho.
Filho, estou lhe escrevendo porque tenho dificuldade de conversar com você sobre assuntos delicados sem que o diálogo se torne difícil. Prefiro, então, colocar por escrito, com tranquilidade, aquilo que preciso que você compreenda.
Eu reconheço o que lhe devo e não estou me recusando a pagar. O que não posso é assumir um prazo ou um valor que, neste momento, está além das minhas condições financeiras. Meu salário é pequeno, e já tenho o compromisso mensal de pagar o seu plano de saúde. Não tenho, hoje, condições de fazer pagamentos maiores do que aqueles que já venho fazendo.
Também preciso que você considere um aspecto que, às vezes, parece ser esquecido. A casa em que moramos só foi possível graças ao meu esforço e, embora eu reconheça que você tenha contribuído com uma parte importante do financiamento, eu também fiz a minha parte para que tivéssemos esse patrimônio.
Além disso, praticamente tudo o que existe dentro dessa casa foi adquirido por mim: os móveis, a sua cama, travesseiros, lençóis, acessórios e utensílios domésticos, entre tantas outras coisas. Nunca fiz questão de ficar contabilizando essas despesas ou cobrando de você aquilo que investi na nossa casa e na nossa vida em comum, porque sempre entendi que família não deve funcionar dessa maneira.
Por isso, não considero justo que agora eu seja colocada contra a parede para cumprir um prazo que talvez eu simplesmente não tenha condições de cumprir.
Quero deixar muito claro: não estou dizendo que não vou pagar o que devo. Estou dizendo que pagarei dentro das minhas possibilidades. Não posso retirar de onde não tenho, nem comprometer o pouco que tenho para atender a um prazo que não corresponde à minha realidade financeira.
Peço, portanto, que você tenha compreensão e que não transforme uma questão financeira em uma fonte de pressão ou de conflito entre nós. Eu não quero discutir, muito menos brigar com você. Quero apenas que haja bom senso, respeito pelos meus limites e reconhecimento de que, ao longo de todos esses anos, também fiz muitos esforços por nós.
Você é meu filho e a nossa relação é muito mais importante para mim do que qualquer dívida ou questão financeira. Espero que possamos resolver isso de maneira madura e tranquila, encontrando uma forma de pagamento que seja possível para mim, sem cobranças que me causem angústia.
Eu cumprirei aquilo que estiver ao meu alcance. Só peço que você compreenda que não posso prometer aquilo que financeiramente não tenho condições de cumprir.
Filho, estou lhe escrevendo porque tenho dificuldade de conversar com você sobre assuntos delicados sem que o diálogo se torne difícil. Prefiro, então, colocar por escrito, com tranquilidade, aquilo que preciso que você compreenda.
Eu reconheço o que lhe devo e não estou me recusando a pagar. O que não posso é assumir um prazo ou um valor que, neste momento, está além das minhas condições financeiras. Meu salário é pequeno, e já tenho o compromisso mensal de pagar o seu plano de saúde. Não tenho, hoje, condições de fazer pagamentos maiores do que aqueles que já venho fazendo.
Também preciso que você considere um aspecto que, às vezes, parece ser esquecido. A casa em que moramos só foi possível graças ao meu esforço e, embora eu reconheça que você tenha contribuído com uma parte importante do financiamento, eu também fiz a minha parte para que tivéssemos esse patrimônio.
Além disso, praticamente tudo o que existe dentro dessa casa foi adquirido por mim: os móveis, a sua cama, travesseiros, lençóis, acessórios e utensílios domésticos, entre tantas outras coisas. Nunca fiz questão de ficar contabilizando essas despesas ou cobrando de você aquilo que investi na nossa casa e na nossa vida em comum, porque sempre entendi que família não deve funcionar dessa maneira.
Por isso, não considero justo que agora eu seja colocada contra a parede para cumprir um prazo que talvez eu simplesmente não tenha condições de cumprir.
Quero deixar muito claro: não estou dizendo que não vou pagar o que devo. Estou dizendo que pagarei dentro das minhas possibilidades. Não posso retirar de onde não tenho, nem comprometer o pouco que tenho para atender a um prazo que não corresponde à minha realidade financeira.
Peço, portanto, que você tenha compreensão e que não transforme uma questão financeira em uma fonte de pressão ou de conflito entre nós. Eu não quero discutir, muito menos brigar com você. Quero apenas que haja bom senso, respeito pelos meus limites e reconhecimento de que, ao longo de todos esses anos, também fiz muitos esforços por nós.
Você é meu filho e a nossa relação é muito mais importante para mim do que qualquer dívida ou questão financeira. Espero que possamos resolver isso de maneira madura e tranquila, encontrando uma forma de pagamento que seja possível para mim, sem cobranças que me causem angústia.
Eu cumprirei aquilo que estiver ao meu alcance. Só peço que você compreenda que não posso prometer aquilo que financeiramente não tenho condições de cumprir.