segunda-feira, 17 de agosto de 2026

COSTURANDO 17 DE AGOSTO

“Lindas canções banhadas de lua cheia” Jô Tauil _____________________ Que a noite derrama em meu coração, São versos de estrelas pela alameda, Suspensos nas asas de uma emoção. E a brisa, beijando a flor adormecida, Desperta segredos que o silêncio esconde, Enquanto a saudade, de amor vestida, Vai procurando por ti não sei onde. Há sonhos perdidos na luz prateada, Há lágrimas doces no olhar que te espera, E uma ternura, jamais confessada, Que em meu peito floresce como primavera. Se a lua pudesse ouvir minha oração, Diria teu nome entre os astros distantes, E guardaria, em sua imensa amplidão, Os nossos desejos, tão frágeis, errantes. Mas quando a madrugada apagar a estrela, Ficará no meu peito a noite inteira, A doce lembrança de ter sido bela A vida que sonhei contigo, faceira. Marilândia

COSURANDO 16 AGOSTO

“Viver dessa irrealidade tão real infinitamente…” Jô Tauil ____________________ Onde o sonho se confunde à luz do pensamento, E o coração, perdido, inventa o seu momento, Para abraçar o im_possivel docemente. Viver do que não existe e, ainda assim, sentir, Como se a própria alma soubesse onde pousar, Como se o amor tivesse asas para partir E, mesmo tão distante, nunca deixasse de ficar. Há mundos que florescem dentro de um olhar, Há beijos que acontecem sem jamais tocar, E há saudades que sabem o caminho de voltar, Quando a noite se veste de estrelas e luar. Eu vivo desse sonho que ninguém compreende, Dessa chama in_visível que o tempo não apaga, Dessa esperança que, quanto mais se perde, Mais profundamente no meu peito se entranha. E se a realidade é apenas uma quimera, Que importa? Meu coração não quer saber: Prefere a doce ilusão que a alma espera À fria solidão de simplesmente viver. Marilândia

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

COSTURANDO 14 DE AGOSTO

Jô Tauil ____________________ Onde o sonho se confunde à luz do pensamento, E o coração, perdido, inventa o seu momento, Para abraçar o im_possivel docemente. Viver do que não existe e, ainda assim, sentir, Como se a própria alma soubesse onde pousar, Como se o amor tivesse asas para partir E, mesmo tão distante, nunca deixasse de ficar. Há mundos que florescem dentro de um olhar, Há beijos que acontecem sem jamais tocar, E há saudades que sabem o caminho de voltar, Quando a noite se veste de estrelas e luar. Eu vivo desse sonho que ninguém compreende, Dessa chama in_visível que o tempo não apaga, Dessa esperança que, quanto mais se perde, Mais profundamente no meu peito se entranha. E se a realidade é apenas uma quimera, Que importa? Meu coração não quer saber: Prefere a doce ilusão que a alma espera À fria solidão de simplesmente viver. Marilândia

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

COSTURANDO 13 DE AGOSTO

“ E delas faço a minha poesia” Jô Tauil _______________________ Dos sonhos que me beijam ao luar, Das lágrimas que escondo em agonia, E dos silêncios que aprendi a amar. Faço dos meus suspiros melodias, Das minhas dores, flores a nascer, Dos des_encontros, doces fantasias, E de cada saudade, um re_nascer. Se a vida me oferece des_encanto Eu o transformo em versos de paixão; Se a noite me envolve em triste pranto, Acendo estrelas dentro do coração. E quando a solidão vem me abraçar, Deixo que ela se perca em meu poema, Pois tudo o que não posso confessar Minha alma escreve, livre de algema. Assim, entre a esperança e a agonia, Vou bordando o infinito em cada dia, E faço do meu sonho uma eternidade. Marilândia

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

COSTURANDO 12 DE AGOSTO

“Porque tudo será perfeito enquanto me amares…” Jô Tauil __________________ E o mundo há de florir nos meus olhos cansados, Serão doces os sonhos, suaves os olhares, E os caminhos, de estrelas, por ti perfumados. Enquanto me quiseres, serei tua poesia, Um verso de ternura perdido em tua mão, E até a noite escura terá mais luz e magia, Se repousar teu nome dentro do coração. Se me amares, não temo a passagem dos dias, Nem o frio da noite, nem o adeus da manhã, Pois farei dos teus beijos eternas melodias, E da tua presença, minha aurora mais sã. Serei tua saudade quando estiveres distante, Teu segredo mais doce, teu sonho maior, E em cada silêncio, serei tua amante, Guardando em meu peito a memória do amor. Porque amar-te é viver sem temer o destino, É ter nos teus braços a vida inteira enfim, E fazer do teu amor meu eterno caminho, Pois enquanto me amares, haverá eternidade em mim. Marilândia

CASA DA POESIA ALP SP

ONDE A ALMA SE VESTE DE POESIA Há um lugar em mim que ninguém vê, Onde a alma se veste de poesia, E transforma em luar a agonia De tudo aquilo que sonhou e não viveu. Ali, cada silêncio tem segredo, Cada suspiro guarda uma canção, E o verso nasce, ardente, do coração, Como uma flor que vence o próprio medo. É lá que a minha alma, enamorada, Despe a tristeza antiga e dolorida E se enfeita de sonhos, deslumbrada. E quando a noite beija a madrugada, Sinto renascer, inteira, a minha vida, Num verso que me chama apaixonada. Sou feita de saudade e de esperança, De um infinito anseio de beleza, E encontro, nos caminhos da lembrança, A doce eternidade da poesia! Marilândia

TÍTULOS

À Casa Onde Floresce a Poesia” “Sob o Teto Azul da Poesia” “A Casa Onde o Coração Se Encontra” “Regresso ao Jardim dos Sonhos” “Onde a Saudade Veste-se de Poesia” “A Casa dos Versos Perdidos” “De Volta ao Colo da Poesia” “Quando a Alma Volta a Florescer”