sexta-feira, 15 de maio de 2026

FEVEREIRO 2026

Jô Tauil ___________________________ De almas que sangram luz por cada ferida, De corações que escolheram, nessa vida, Morrer de amor em vez de viver quais rimadores. Seremos nós os últimos clamores De uma beleza antiga e esquecida, A chama que recusa ser vencida Pelo frio dos homens sem ardores! Que venham, pois! Os séculos e os ventos, Os dias cinzas, os desencantos lentos, A noite abissal e o peso do silêncio! Nós, que juramos tudo ao que sentimos, Saberemos morrer como vivemos — Com o peito aberto e o sonho sempre aceso! Marilândia

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