O BAILE DAS SOMBRAS
Na noite em que a Lua veste um manto prateado, O BAILE DAS SOMBRAS Na noite em que a Lua veste um manto prateado, Desperta o velho mistério de um mundo encantado; As sombras dançam na rua, num bailado sem igual, E o vento conta segredos de um reino sobrenatural. Abóboras iluminadas sorriem pelos caminhos, Enquanto os gatos espreitam por entre os seus espinhos; Bruxas cruzam os céus em vassouras feiticeiras, E fantasmas vão surgindo por detrás das trepadeiras. Há castelos adormecidos sob o véu da neblina, Onde a noite tece histórias de uma magia clandestina; Morcegos riscam o escuro, como setas pelo ar, E as estrelas, assustadas, fingem medo de brilhar. Doces vozes pequeninas vêm pedir sua recompensa, Entre máscaras e risos, numa alegre turbulência; Há mistério em cada porta, há encanto em cada esquina, E uma estranha poesia nessa festa tão divina. Quando a aurora despontar, todo encanto findará, E a magia dessa noite para longe voará; Mas no coração dos sonhos, onde o impossível tem lugar, Halloween será lembrança que jamais irá passar. Marilândia

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