terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

MELODIAS EM CHAMAS








MELODIAS EM CHAMAS




Melodias que aprisionam o tempo
Quando a escuridão se faz luz
Chamuscam as vestes d’alma
Reacendem sentimentos em solidão

Harpejos de sonhos entorpecem
Brumas do coração
Cadenciam pulsares das emoções.

Cenário em chamas
Desejos enfeitiçantes
Fantasias alucinantes.

Palco de volúpias
Corpos desnudados

Sinfonias sincopadas
Essências de íntimos segredos

-Gritos mudos da existência-


"Aqueles que passam por nós não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."

Felipe Cortelline Roque

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1 Comentários:

Às 16 de fevereiro de 2010 14:07 , Blogger Alberto Afonso disse...

Passei por aqui para sorver um pouco da tua poesia...
Teus versos são sempre
"melodias que aprisionam"
"harpejos de sonhos"
"gritos mudos da existência"
Um grande abraço do amigo
Alberto Afonso

 

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